Os gongos são dos mais antigos e importantes instrumentos do sudoeste asiático. Existem diversos tipos e são usados em locais como China, Índia, Coreia, Japão, Vietname e Indonésia.
A primeira menção clara aos gongos acontece no Sec. VI, na China, embora se suponha que sejam originários da actual Índia ou Afeganistão. Especula-se que possam ter chegado a estas regiões vindos da Grécia nas expedições de Alexandre o Grande, pois existem referências a instrumentos similares no Sec. VIII AC.
Um fabricante europeu da actualidade propõe diversas gamas de gongos, desde os sinfónicos aos planetários, com uma nota fundamental definida para cada planeta e baseada nos cálculos de Hans Cousto.
Os gongos são produzidos em ligas de bronze, entre outras, com variadas composições. Tocam-se com diferentes tipos de baquetas, conseguindo-se assim tipos de som diversos.
Ao ser tocado a partir de um tom de base geram-se harmónicos distintos que interagem, criando um som mais denso e complexo que pode induzir um estado de profundo relaxamento físico, mental e emocional.
Os seus efeitos são similares aos das taças de cristal, no entanto, nos gongos de grandes dimensões, a onda sonora vai ser sentida também no corpo do ouvinte.
De momento proponho concertos com gongos para além de sessões individuais.